
Viradas de vida: quando tudo muda ao mesmo tempo
Como a psicoterapia acompanha mulheres em mudanças de carreira, maternidade, relacionamentos, mudanças de cidade e outras passagens que reorganizam a identidade.
Viradas de vida são passagens que reorganizam quem a pessoa é, mesmo quando desejadas: uma mudança de carreira, o fim (ou o início) de um relacionamento, a maternidade, o desmame simbólico dos filhos que crescem, uma mudança de cidade, uma perda importante, uma nova fase do corpo. Do lado de fora parecem eventos pontuais; do lado de dentro, exigem um trabalho emocional psicológico longo de reconhecer o que fica, o que se despede e o que ainda precisa ser inventado.
Muitas mulheres chegam à terapia justamente nesses momentos, com a sensação de que 'sabem racionalmente' que a mudança faz sentido, mas se sentem paralisadas, ansiosas, tristes ou desconectadas de si. Essa dissonância é esperada: transições não se resolvem só com a decisão. Elas pedem trabalho. É preciso tempo para que o novo lugar deixe de ser estrangeiro e passe a ser habitável.
O trabalho com escuta psicanalítica e olhar simbólico é especialmente potente em processos de transição, porque acompanha o que a linguagem direta ainda não alcança: sonhos, imagens recorrentes, memórias que retornam, corpos que reagem antes das palavras. Em vez de acelerar a passagem, o percurso ajuda a atravessá-la com mais consciência, e a chegar do outro lado sem deixar partes importantes de si para trás.
Adina Rodrigues Oliveira (CRP 08/38454) atende mulheres adultas em viradas de vida presencialmente em Cascavel PR e online por videochamada para todo o Brasil. Sessões semanais de 50 minutos, agendadas pelo WhatsApp (45) 99948-7505.
Um espaço de escuta pode ser o começo de um outro entendimento.
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